Página Inicial Data de criação : 07/08/21 Última actualização : 08/04/09 16:27 / 3 Artigos publicados
 

Croqui para o CDSDR  (Informação útil) Inserido Wednesday 09 April 2008 16:27

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SEVILHANAS  (Sevilhanas) Inserido Tuesday 21 August 2007 15:28

As Sevilhanas, tal como o nome indica, são constituídas pela música e pela dança típicas de Sevilha. A sua graciosidade, vivacidade e dinamismo reflectem-se no toque da guitarra, no bater das palmas que acompanham as saias a rodar e os tacões a solarem no palco, com a força de um sentimento puro.

 

A Sevilhana teve origem na baixa Andaluzia, tornando-se na alma das reuniões e festas dessa região. No entanto, a sua origem remonta ao século XIX, constituindo-se numa dança popular, alegre e jovial do povo dessa região. A sua popularidade foi-se estendendo a muitas outras regiões de Espanha e inclusive a outros países. A partir dos anos 60 do século XX, esta dança renasceu não só com novas músicas que foram sendo compostas para ela, como ainda se assistiu a uma proliferação de novos grupos e a publicações de trabalhos sobre o assunto. A sevilhana é uma dança de par. Normalmente o par é composto por homem e mulher, mas é igualmente comum ver-se duas mulheres a dançar. A dança é feita em séries de quatro e cada uma é coreografada de forma diferente, levando o nome da sua posição cronológica: “primeira”, “segunda”, “terceira” e “quarta”. As quatro coplas (ou partes) são executadas consecutivamente, existindo apenas um breve intervalo musical de silêncio ou de estribilho entre elas.Cada uma das quatro sevilhanas compõe-se de passos standard e que permitem ao espectador identificar de imediato qual delas se está a dançar. Assim, e segundo as suas características dominantes, pode-se dizer que a primeira é a das passadas seguidas, a segunda é a da roda, a terceira é a do sapateado e a quarta a dos careos. Em cada uma das coplas, existem o mesmo número de compassos e de final, só a introdução é diferente. Assim, os movimentos dominantes são os “paseos”, as “pasadas”, os “remates” e os “careos”. No último compasso do canto, a música e a dança cessam simultaneamente, adoptando-se, para os que estão a dançar, uma pose provocadora e garbosa, dada a sua característica de “baile de galanteo”. Contudo, é muito difícil falar de uma maneira única de dançar a sevilhana, já que a dança não está sujeita a regras que impeçam a iniciativa e criatividade de cada um. Este “baile andaluz”, é uma dança temperamental que exige uma grande parte de improvisação nos movimentos e gestos, cabendo a cada bailarino dar o seu toque pessoal, colocando a tónica na graça - quando dançam duas mulheres -, no salero ou na sensualidade, quando o par é misto. As sevilhanas tratam-se de uma forma de expressão corporal na qual o olhar constitui a mais alta forma de sedução. 

    

  Estrutura Musical:

 

Flamenco e sevilhanas não podem negar o seu parentesco. As sevilhanas têm origem no folclore popular andaluz (concretamente de Sevilha), têm um ritmo e estrutura fixos; o flamenco tem origem na fusão de várias culturas (árabe, cigana, judia, etc) e tem diversos estilos – chamados “palos” – conforme a sua localidade de origem. A linha divisória entre o flamenco e o folclore, é, por vezes, muito ténue. As sevilhanas movem-se nessa ténue fronteira, mantendo porém a sua essência popular, mas sem renunciar à riqueza expressiva do flamenco. Musicalmente, a sevilhana caracteriza-se por uma melodia alegre que se acompanha com vigor sobre um ritmo rápido. A sevilhana pode ser puramente instrumental, mas o que acontece mais frequentemente é ser a voz a executar a melodia. O seu acompanhamento pode realizar-se com instrumentos variados, como por exemplo, a guitarra, as castanholas ou a pandeireta, que produzem a percussão, e podem ainda ser reforçadas ou substituídos pelas palmas. Embora a sua estrutura musical e coreográfica seja sempre a mesma, existem diferentes formas para designar as sevilhanas: “boleras”, “corraleras”, “litúrgicas”, “de feria” ou “rocieras”.

 

A sevilhana é um canto com copla e os temas das coplas ressaltam dos aspectos que caracterizam o andaluz; o sentimento expressado é festivo e amoroso, com grande queda para o humor.   

 

  Sevilhanas/Flamenco  

 

Flamenco e sevilhanas não podem negar o seu parentesco. As sevilhanas têm origem no folclore popular andaluz (concretamente de Sevilha), têm um ritmo e estrutura fixos; o flamenco tem origem na fusão de várias culturas (árabe, cigana, judia, etc) e tem diversos estilos – chamados “palos” – conforme a sua localidade de origem.

A linha divisória entre o flamenco e o folclore, é, por vezes, muito ténue. As sevilhanas movem-se nessa ténue fronteira, mantendo porém a sua essência popular, mas sem renunciar à riqueza expressiva do flamenco.

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Curriculum Vitae  (Professor) Inserido Tuesday 21 August 2007 15:03

Dados Pessoais

 

Nome: Raul

Apelidos: Morales Boyero

Idade: 29 anos

Nacionalidade: Espanhola

Naturalidade: Manresa, Barcelona

Data de Nascimento: 07 Jan 1979

Estado civil: Solteiro

Telefone: 914306576

 

Dados Profissionais

 

Inicio os meus estudos de dança “flamenca” com a idade de 7 anos na academia de dança “flamenca” “Salvador y Rosa”.

 

No ano de 1992 entro para a companhia “Salvador y su cuadro flamenco” chegando a primeiro bailarino.

 

No ano 1996/1997 dei aulas na Casa de Andaluzia em Manresa, província de Barcelona.

 

No ano de 1997/1998 estudei na Academia “Amor de Dios” em Barcelona.

 

No ano de 1998 comecei a dar aulas regularmente em Santa Marta (Espanha), na Academia de “Salvador y Rosa” até 2004.

 

Durante os anos 1998 /2000 dei aulas em Lisboa no estúdio de dança “Sétima Posição” na Praça da Alegria.

 

No ano de 1999 iniciei a minha actividade como professor de sevilhanas e “flamenco” no ginásio “Socorpus” situado no Restelo até 2004.

 

Durante o ano 2000/2001 dei aulas no ginásio do ISPA( Instituto Superior de Psicologia Aplicada).

Em 2004/2005 leccionei no “Atheneu Comercial de Lisboa”, Ginásio “Superstar” e em Vila Franca de Xira a um grupo privado e no “Ateneu artistico Vilafranquense”.

 

De momento lecciono em vários locais em Lisboa, sendo eles: “Atheneu Comercial de Lisboa”, Escola de dança “Dança Livre” e lecciono ainda em Vila Franca de Xira no “Ateneu Artístico Vilafranquense” e a um grupo privado.

 

Para além de leccionar continuo os meus estudos com o bailarino Jesus Ortega, elemento da companhia de Cristina Hoyos.

 

Outros Dados

 

Com a companhia “Salvador y su Cuadro Flamenco” percorri todo o pais de Portugal Continental e Ilhas actuando em teatros como o teatro Gil Vicente de Cascais, Auditório de Funchal, Convento da Vitoria no Porto entre outros. Actuei também durante a Expo 98 num bar aí situado.

 

Para além de Portugal recorro também parte do território Basco Francês e Espanha.

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